
Introdução
A ilha da madeira, pérola do atlântico é uma das ilhas mais aconselhadas para o turismo, este grande estatuo deve-se ao facto desta apresentar uma grande diversidade de fauna e flora e magnificas paisagens, proporcionando ao visitante bons momentos ao desfrutar de magníficas praias ou de longas caminhadas por levadas.
Aquando da descoberta da ilha da Madeira esta era apenas utilizada para o exilamento de condenados que tivessem afrontado de algo modo a monarquia portuguesa e como meio de defesa contra possíveis ataques ao país por via marítima, posteriormente pelo interesse a indústria da madeira e por volta do século dezoito como cura para a tuberculose dos ingleses, que infectava toda a Grã-Bretanha. A partir desta época esta ilha tornou-se num atractivo turístico de inicio pelo seu ar límpido e hoje em dia pela sua abundante vegetação, magnífica constituição metamórfica e abundante fauna, ao ponto de ficar mundialmente conhecida como a pérola do atlântico.
Uns dos grandes atractivos turísticos que esta ilha apresenta são as grandiosas montanhas e os profundos desfiladeiros da ilha. Muitos destes bordejam as "levadas" - pequenos cursos de água construídos pelo homem para irrigação - autênticas "veias" que percorrem a Ilha em todas as direcções. É acompanhando estas "levadas", as quais presentemente são candidatas a Património Mundial da Unesco, que se pode desfrutar dos melhores panoramas e beneficiar de verdadeiras cargas energéticas que conduzem à reflexão sobre o ser humano e a sua ligação com as forças da natureza, nomeadamente a levada da Caldeirão Verde - Caldeirão do inferno no Concelho de Santana.
Muitas das levadas nascem em zonas cheias de pequenas e grandes quedas de água, captadas a céu aberto ou em túneis rasgados pelo engenho do homem, serpenteando pelas montanhas, acompanhando os recortes das encostas, as águas atravessam aqui e ali pequenos túneis e aquedutos, cujos contornos ainda acrescentam mais beleza às levadas.
A maior parte das levadas são ladeadas por caminhos chamados banquetas que permitem passeios seguros e facilitam também a sua manutenção.
A Madeira é rica em quedas de água, sendo muitas destas aproveitadas, saindo de gargantas apertadas, enriquecem o caudal, outras, caindo sobre o mar, não permitem o seu aproveitamento. Muitas das águas provenientes das levadas são utilizadas na produção de energia nas centrais hidroeléctricas.
Os percursos pedestais da ilha da Madeira são realmente encantadores, capazes de esplendorar os olhares dos muitos visitantes que os percorrem todos os anos, porem em determinados percursos a beleza oculta a grande e triste realidade a verdade e que estes percursos pedestais apresentam muitos senãos, como a poluição, a extinção de espécies e um dos mais importantes relativamente á segurança dos seus visitantes a sinalização. A verdade é que muitas das levadas existentes na ilha da Madeira não apresentação sinalização nem qualquer tipo de informação relativamente a localização do visitante, dos kilómetros percorridos, da existência de túneis, de abismos, de casa de turismo rural, quedas de água, material necessário á realização do percurso e etc. A existência de sinais que alertem para estes factores é uma vertente muito importante uma vez que alerta o visitante sobre o cuidado a ter em determinados locais e situações impedindo o acontecimento de acidentes graves como se tem vindo a verificar em determinadas levadas, a contagem dos quilómetros percorridos e mito importante uma vez que desta forma podemos impedir que os visitantes se percam ao longo do percurso
A extinção de espécies também é um factor relevante no que toca a fauna e flora da Madeira e a sinalização uma vez que raramente estas espécies estão sinalizadas o que pode provocar a sua destruição pela acção do homem (visitante) uma vez que este desconhece o facto desta espécie encontrar-se em vias de extinção. Na ilha da madeira já se encontram em extinção muitas espécies tal como o tentilhão ou a freira da Madeira o que leva a que seja muito importante o alerta aos visitantes.
A ilha da Madeira é magnífica pela simples existência do mar azul que a rodeia, pela excelência do seu clima e magnífica vegetação esta é um verdadeiro convite até aos menos entusiastas, para um contacto mais directo com a vida ao ar livre e com a prática desportiva, com a natureza. Na verdade, a Madeira goza de um clima ameno excepcional, com um céu azul quase invariavelmente de sol descoberto e um mar límpido sem poluição. É um dos cartões turísticos mais requisitados de Portugal e também representa a grande fonte de rendimento da população madeirense e não só, por esta e aquela outra razão. Pois com certeza estas não nos faltam. Vamos preservar o que de bom esta ilha contem e manter a sua natureza viva sempre com segurança.
História das levadas
As levadas da Madeira são provavelmente, a mais espectacular obra de engenharia que o homem construiu na ilha. Estas foram feitas de suor e de muitos sacrifícios, sendo uma obra notável que nos foi deixada e merece o nosso reconhecimento.
As levadas desempenhavam um papel essencial no abastecimento de água e na produção de energia, tendo sido construídas ao longo de terrenos de cultivo ou escavadas na própria rocha. Estas nasceram directamente das mãos do homem, sem os meios mecânicos que hoje existem. As dificuldades de transporte e as condições árduas de trabalho obrigavam à permanência de técnicos e trabalhadores durante semanas, nas montanhas, junto aos locais de construções, pernoitando em acampamentos.
A história das levadas começa a chegada dos colonos. As primeiras foram construídas no século 15. No começo, estes canais eram de distância muito curta, compostas de placas enormes de madeira em forma de regueira. Com o aumento das necessidades de água, para a irrigação dos campos de cana-de-açúcar e dos vinhedos, as levadas foram desenvolvidos e aperfeiçoadas.
As levadas de hoje, são construídas em betão e as antigas são renovadas estas permanecem regos estreitos onde a água corre são acompanhados quase sempre por veredas paralelas que se tornam mais ou menos estreitas consoante o relevo, não deixando as vezes espaço para posar o pé.
SENSAÇÕES FORTES GARANTIDAS
Trabalho Desenvolvido
Ø Pesquisa de informação
A levada do Caldeirão Verde – Caldeirão do inferno é dotada de uma grande variedade de fauna e flora como:
ü Fauna- As espécies de avifauna indígena, o Tentilhão (Frigilla coelebs), o Bisbis (Regulus ignicapillus madeirensis), o Pombo Trocaz (Columba trocaz trocaz), a Lavadeira (Motacilla cinerea schmitzi) e a Manta (Buteo buteo harteti).
Ilustração 1: Tentilhão
ü Flora- As Criptomérias Elegantes (Cryptomeria japonica), as Faias europeias (Fagus sylvatica) de densa folhagem avermelhada, os Cedros da Madeira (Juniperus cedrus), Til (Ocotea foetens), Pau branco (Picconia excelsa), Urzes centenárias (Erica scoparia), alguns exemplares de Folhado (Clethra arborea)e Uveira da Serra (Vaccinium padifolium), que poderão ser vistos ao longo do trilho.
Ilustração 2: Criptonera japoniaca
Ilustração 3: Folhado
Ø Painel Informativo
A levada do Caldeirão Verde – Caldeirão do inferno é dotada de uma grande variedade de fauna e flora como:
Fauna- As espécies de avifauna indígena, o Tentilhão (Frigilla coelebs), o Bisbis (Regulus ignicapillus madeirensis), o Pombo Trocaz (Columba trocaz trocaz), a Lavadeira (Motacilla cinerea schmitzi) e a Manta (Buteo buteo harteti).
Flora- As Criptomérias Elegantes (Cryptomeria japonica), as Faias europeias (Fagus sylvatica) de densa folhagem avermelhada, os Cedros da Madeira (Juniperus cedrus), Til (Ocotea foetens), Pau branco (Picconia excelsa), Urzes centenárias (Erica scoparia), alguns exemplares de Folhado (Clethra arborea)e Uveira da Serra (Vaccinium padifolium), que poderão ser vistos ao longo do trilho.
Fauna:

Tentilhão
Flora:

Folhado

Criptonera japoinica

Cedrus
Pau branco
Normas de Conduta:
- Mantenha-se dentro do trilho
- Evite ruídos e atitudes que perturbem o meio ambiente
- Não recolha nem danifique plantas
- Não perturbe os animais
- Não abandone lixo (não deite lenços de papel no chão, a sua decomposição é muito lenta)
- Não faça lume
- Se é fumador, não deite as beatas no chão, guarde-as para colocar no caixote do lixo
- Não destrua ou modifique a sinalética
Para sua segurança:
- Não caminhe só, leve sempre companhia
- Recolha previamente informação actualizada sobre o percurso
- Informe sempre alguém do trilho que vai fazer e hora prevista da chegada
- Certifique-se do tempo de caminhada e garanta que a finaliza antes de anoitecer
- Transporte alguma comida e água de reserva
- Utilize roupa e calçado apropriados
- Se possível leve um telemóvel consigo
- Em caso de fortes chuvas e ventos não faça o percurso ou volte para trás pelo mesmo caminho
- Não corra riscos
Telefones úteis:
- Emergência: 112
- Protecção Civil: 291 700 112
Conclusão
Com a realização deste trabalho o nosso grupo ficou a conhecer a importância da sinalização das levadas, do ambiente e do seu valor turístico na ilha da madeira
Durante a realização do projecto existiram alguns pontos q falharam mas conseguimos dar a volta por cima, a parte da pesquisa decorreu lindamente a prática porém não decorreu assim tão bem, para a realização dos sinais e painel recorremos á câmara municipal ara que esta nos pudesse patrocinar com a cedência de materiais como estes são processos delicados e demorados decidimos recorrer a outras fontes para não haver desperdício de tempo, decidimos compramos as tintas para a pintura e recorremos a madeiras reutilizáveis para uma maior ecologia de modo a podermos contribuir também para que não ocorre-se desperdício de madeiras todos os restantes materiais foram por nós comparticipados.
A elaboração deste trabalho foi muito trabalhosa pois todo o painel e sinais foram feitos manualmente pelo nosso grupo daí a dificuldade na escrita de toda a informação colocada no painel e na realização dos sinais de forma concisa e precisa. Apesar de todos os esforços e todas as dificuldades este trabalho deu-nos muito gozo por nos permiti manter as pessoas informadas acerca do percurso Caldeirão Verde - Caldeirão do Inferno de modo a prevenir alguns possíveis acidentes ou descuidos.
Bibliografia
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